Caso de Ensino: Abertura de Capital e Implantação de Sistema de Governança Corporativa em uma Empresa Familiar

  • Isaac Gezer Silva de Oliveira Mestre em Ciências Contábeis pelo PPGCon/UFES Professor do Instituto Federal do Espírito Santo – Ifes
  • Herbert Simões Rodrigues Auditor Fiscal da Receita Estadual – Sefaz-ES
  • William Brasil Rodrigues Sobrinho Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins - IFTO
  • José Elias Feres de Almeida Professor da Universidade Federal do Espírito Santo - Ufes
Palavras-chave: IPO, Empresa Familiar, Governança Corporativa, Caso de Ensino

Resumo

Prime Hospitality Group (PHG) é uma empresa familiar, fundada há 17 anos pelo Sr. Milton Albuquerque, com hotéis e resorts espalhados em diversas regiões do País. Recentemente, a companhia decidiu realizar uma abertura de capital na BM&FBOVESPA. Entretanto, a realização de um IPO motiva diversas alterações na estrutura da empresa. Essas mudanças geram custos e alteram a visão dos membros da família e dos diversos stakeholders envolvidos no processo. O presente caso propõe uma acertiva do impacto da implantação de um mecanismo de governança corporativa, em virtude da realização da abertura de capital em uma empresa familiar.

Biografia do Autor

Isaac Gezer Silva de Oliveira, Mestre em Ciências Contábeis pelo PPGCon/UFES Professor do Instituto Federal do Espírito Santo – Ifes
Mestre em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes
Herbert Simões Rodrigues, Auditor Fiscal da Receita Estadual – Sefaz-ES
Mestre em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes
William Brasil Rodrigues Sobrinho, Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins - IFTO
Mestre em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes
José Elias Feres de Almeida, Professor da Universidade Federal do Espírito Santo - Ufes
Doutor em Controladoria e Contabilidade pela USP

Referências

Ali, A., Chen, T.-Y., & Radhakrishnan, S. (2007). Corporate disclosures by family firms. Journal of Accoun¬ting and Economics, 44(1), pp. 238–286. doi:10.1016/j.jacceco.2007.01.006

BM&FBovespa. (2012). Estatísticas das Aberturas de capital na BM&FBOVESPA. Recuperado em 15 de junho de 2013, de http://www.bmfbovespa. com.br/cias-listadas /empresa-listadas/BuscaEmpre¬saListada .aspx?idioma=pt-br.

Bornholdt, W. (2005). Governança na Empresa Familiar – Implementação e Prática; Editora Bookman; Porto Alegre.

Bortolon, P. M.(2013). Por que as empresas brasileiras adotam estruturas piramidais de controle. BASE - Re¬vista de Administração e Contabilidade da UNISINOS, 10(1), pp. 2-18. doi: 10.4013/base.2013.101.01

Carvalhal da Silva, A. L., & Leal, R. P. C. (2005). Corporate Governance Index, Firm Valuation and Per¬formance in Brazil. Brazilian Review of Finance, 3(1), pp. 1–18.

Carvalhal da Silva, A. L., & Leal, R. P. C. (2006). Ownership, Control, Valuation And Performance of Bra¬zilian Corporations. Corporate Ownership & Control, 4(1), pp. 300–308.

Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Instrução CVM no 358, de 3 de janeiro de 2002 (2002). Retrieved from http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/Atos/Atos/inst/inst358consolid.doc

Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Instrução CVM no 358, de 3 de janeiro de 2002 (2002). Recupe¬rado em 15 de junho de 2013 de http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/Atos/Atos/inst/inst358con¬solid.doc

Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). CPC 05 - Divulgação sobre partes relacionadas, 2012. Re¬cuperado em 18 de novembro de 2015 de http://www.cpc.org.br.

Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). CPC 20 - Custos de Empréstimos, 2012. Recuperado em 18 de novembro de 2015 de http://www.cpc.org.br.IBGC. (2009). Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa (4th ed.). São Paulo: IBGC.

Fortuna, E. (2010). Mercado financeiro: produtos e serviços. 18. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Qua¬litymark, 2010. p. 986

Jensen, M. C. (2005). Agency Costs of Overvalued Equity. Financial Management, 34(1), pp. 5–19.

Jensen, M. C., & Meckling, W. H. (1976). Theory of the firm: Managerial behavior, agency costs and ownership structure. Journal of Financial Economics, 3(4), pp. 305–360. doi:10.1016/0304¬-405X(76)90026-X

Johnson, S., La Porta, R., Lopez-de-Silanes, F., & Shleifer, A. (2000). Tunneling. The American Economic Review, 90(2), pp. 22–27. doi: 10.1257/aer.90.2.22

Lima, Iran Siqueira (Org.) ; Lima, Gerlando Augusto Sampaio Franco de (Org.) ; Pimentel, Renê Coppe (Org.) . Curso de Mercado Financeiro. 2ª. ed. São Paulo: Atlas, 2012. p. 440

Lei n.º 11.638, de 28 de dezembro de 2007 (2007). Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, Brasil, Recuperado em 18 de novembro de 2015 de http://www.planalto. gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11638.htm.

Silveira, A. D. M. da. (2010). Governança Corporativa no Brasil e no Mundo: teoria e prática. Rio de Ja¬neiro: Elsevier.

Villalonga, B., & Amit, R. (2006). How do family ownership, control and management affect firm value? Journal of Financial Economics, 80(2), pp. 385–417. doi:10.1016/j.jfineco.2004.12.005

Publicado
26-01-2016
Como Citar
Oliveira, I. G. S. de, Rodrigues, H. S., Rodrigues Sobrinho, W. B., & Almeida, J. E. F. de. (2016). Caso de Ensino: Abertura de Capital e Implantação de Sistema de Governança Corporativa em uma Empresa Familiar. Revista De Educação E Pesquisa Em Contabilidade (REPeC), 9(4). https://doi.org/10.17524/repec.v9i4.1208
Seção
Casos de Ensino em Contabilidade